Segunda-feira, 11 de maio de 2026
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Efe



Metalurgicos italianos se reúnem em Roma para protestar por melhor condições de trabalho e contra Berlusconi

Pelo menos 100 mil pessoas participaram neste sábado (16/10), no centro de Roma, de uma manifestação convocada pelo sindicato metalúrgico Fiom, para protestar pela crise no setor e pela política econômica do governo de Silvio Berlusconi, defender as condições de trabalho na indústria metalúrgica, em particular no setor automotivo,  e para exigir a renovação do convênio coletivo.

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Os manifestantes organizaram dois atos diferentes, mas que ao final se uniam na praça de São João de Latrão, local que é o símbolo das grandes manifestações da esquerda e dos sindicatos italianos.

Em discurso durante a manifestação, Guglielmo Epifani, líder da CGIL (Confederação Geral Italiana do Trabalho), a mais importante da Itália, denunciou o aumento do desemprego e a situação social “crítica” no país.

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“O país está à deriva, há meses está abandonado à sua sorte. Existe uma situação social muito preocupante, que exige uma mudança profunda nas políticas econômicas. Saímos às ruas para defender nossos direitos e o convênio coletivo, que não pode ser mais revogado”, disse.

O dirigente sindical também falou sobre o fechamento de empresas, que, segundo ele, é um dos principais problemas e que sem o compromisso do governo jamais será solucionado.

Já o líder dos metalúrgicos, Maurizio Landini, explicou que a manifestação representa”uma jornada de luta em defesa da democracia e dos contratos de trabalho”.

A indústria italiana, em particular a metalúrgica, sofreu duramente a crise econômica mundial de 2008/2009. Atualmente o desemprego afeta 8,3% da população ativa, num total de 2.079.000 pessoas sem postos de trabalho.

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Manifestação contra política econômica de Berlusconi reúne milhares em Roma

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