Domingo, 17 de maio de 2026
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Milhares de pessoas participaram neste domingo (26/12) de um protesto no
centro de Moscou contra a onda de violência étnica que assustou a
capital russa este mês, após o assassinato de um torcedor de futebol.

“A
Rússia está aberta a todos” era um dos slogans cantados pelos
manifestantes, que carregavam cartazes com dizeres como “Rússia sem
fascismo, Rússia sem nazismo” enquanto marchavam pela praça Puchkin, a
poucos metros do Kremlin.

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O líder oposicionista Vladimir Ryzhkov e
o governador liberal da região de Kirov, Nikita Belykh, compareceram ao
ato público, que contou com a presença de aproximadamente 2.500
pessoas.

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“Acho que o conflito em Moscou tem sido provocado por
toda a podridão que se acumulou em nossa sociedade, e que apenas agora
está vindo à tona”, estimou Viktor Shenderovich, popular radialista
russo, citado pelo site do jornal RBC Daily. Ele também participou do
protesto.

A polícia afirma que o racismo é a provável causa da
onda de ataques contra minorias étnicas da Ásia central e de
ex-repúblicas soviéticas de população predominantemente muçulmana.

Em
um dos casos mais violentos, um garoto de 14 anos foi preso sob
suspeita de ter assassinado um cidadão quirguiz por motivações racistas.

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Manifestação contra o racismo reúne 2,5 mil em Moscou

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