Manifestação contra o racismo reúne 2,5 mil em Moscou
Manifestação contra o racismo reúne 2,5 mil em Moscou
Milhares de pessoas participaram neste domingo (26/12) de um protesto no
centro de Moscou contra a onda de violência étnica que assustou a
capital russa este mês, após o assassinato de um torcedor de futebol.
“A
Rússia está aberta a todos” era um dos slogans cantados pelos
manifestantes, que carregavam cartazes com dizeres como “Rússia sem
fascismo, Rússia sem nazismo” enquanto marchavam pela praça Puchkin, a
poucos metros do Kremlin.
O líder oposicionista Vladimir Ryzhkov e
o governador liberal da região de Kirov, Nikita Belykh, compareceram ao
ato público, que contou com a presença de aproximadamente 2.500
pessoas.
Leia mais:
A Rússia na diplomacia dos gasodutos
Moscou entra em alerta com rumor de novos confrontos
Rússia deve rever política de combate ao terrorismo, diz analista inglês
Rússia diz que grupo terrorista causou explosão em hidroelétrica
“Acho que o conflito em Moscou tem sido provocado por
toda a podridão que se acumulou em nossa sociedade, e que apenas agora
está vindo à tona”, estimou Viktor Shenderovich, popular radialista
russo, citado pelo site do jornal RBC Daily. Ele também participou do
protesto.
A polícia afirma que o racismo é a provável causa da
onda de ataques contra minorias étnicas da Ásia central e de
ex-repúblicas soviéticas de população predominantemente muçulmana.
Em
um dos casos mais violentos, um garoto de 14 anos foi preso sob
suspeita de ter assassinado um cidadão quirguiz por motivações racistas.
Siga o Opera Mundi no Twitter
Conheça nossa página no Facebook
NULL
NULL
NULL























