Quarta-feira, 6 de maio de 2026
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A maioria dos moradores da cidade argentina de Gualeguaychú, a 30km do Uruguai, é contra a possibilidade de o bloqueio que permaneceu em vigor por anos, na ponte de separa os países, seja retomado.

  

De acordo com uma pesquisa do cientista político Carlos Elgart, divulgado pela agência DyN, “a maioria dos moradores recusa um novo bloqueio total do trânsito e prefere buscar outro tipo de ações”.

  

Na próxima quarta-feira, os ativistas da localidade reúnem-se em uma assembleia ampliada para decidir quais serão as novas medidas adotadas contra a fábrica de pasta de celulose UPM (ex-Botnia), que motivou o protesto anterior. 

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Eles deverão avaliar ainda se tomarão uma ação de pressão ou se irão esperar o início dos controles conjuntos ambientais, definidos pelos governos de Argentina, de Cristina Kirchner, e Uruguai, José Mujica.

  

A ponte General San Martín, que liga Gualeguaychú à uruguaia Fray Bentos, permaneceu fechada ininterruptamente por cerca de quatro anos. Os moradores do lado argentino denunciavam que a empresa de pasta de celulose era poluente.

  

O caso foi levado ao Tribunal Internacional de Justiça, com sede em Haia, que determinou, em abril passado, que os dois países deveriam administrar conjuntamente a região. Contudo, segundo os magistrados, a indústria não polui o Rio Uruguai, divisa natural entre as nações.

  

Ainda assim, os manifestantes mantiveram o bloqueio, que foi suspenso apenas em junho passado, para que as duas administrações discutissem iniciativas para a área. No último mês, Mujica e Cristina acordaram designar cientistas para a realização de controles binacionais.

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