Terça-feira, 19 de maio de 2026
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Em sua viagem à Argentina nesta segunda-feira (31/1), primeiro destino de sua agenda internacional, a presidente Dilma Rousseff afirmou que foi recebida com “muito carinho” pelas Mães e Avós da Praça de Maio, que desde a época da ditadura civil-militar do país lutam pela justiça por seus filhos e netos desaparecidos.

“Acho que elas identificaram em mim o que elas perderam ao longo dos anos”, afirmou a presidente, em uma breve entrevista a jornalistas antes de embarcar para o Brasil. Dilma referia-se a sua atuação na resistência à ditadura brasileira, mesma razão da desaparição de cerca de 30 mil pessoas que se opuseram à ditadura na Argentina.

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Segundo Dilma, as mães e avós da Praça de Maio não chegaram a discutir a questão da abertura dos arquivos da ditadura militar brasileira.

Efe



Durante a visita, Dilma e as avós da Praça de Maio dividiram experiências da luta contra a ditadura militar

De acordo com informações da Presidência da República da Argentina, as mães e avós contaram a Dilma, durante a reunião na Casa Rosada, sede do governo do país, “suas experiências sobre questões relacionadas aos Direitos Humanos e a ação emblemática que tiveram na história política recente do nosso país”.

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Antes da reunião com Dilma, a líder das Avós da Praça de Maio, Estela de Carlotto, afirmou estar entusiasmada com a visita da presidente. “Somos muito agradecidas ao Brasil pela ajuda que nos deram no abrigo de exilados”, afirmou.

No fim do encontro, Dilma foi homenageada ao receber o pano branco que as senhoras sempre usam na cabeça durante as manifestações na Praça de Maio, e que representa sua luta de mais de 30 anos pela justiça.

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Mães e Avós da Praça de Maio viram em mim o que perderam ao longo dos anos, diz Dilma

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