Sábado, 16 de maio de 2026
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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro confirmou nesta segunda-feira (08/03) ter mantido um encontro “respeitoso” e “cordial” com uma delegação do governo de seu homólogo norte-americano Joe Biden. 

“Foi um encontro muito diplomático e passamos quase duas horas conversando”, declarou o mandatário venezuelano em um anúncio transmitido por rádio e televisão. 

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Ao explicar a motivação para a bilateral com os EUA, Maduro apontou para uma disposição de Caracas em avançar com “diplomacia e respeito'' sobre uma agenda que garanta “paz e segurança” aos povos da região. 

A reunião entre as partes se dá no contexto geopolítico e da crise na Ucrânia, e segundo o mandatário venezuelano, estão sendo tomadas medidas para proteger a distribuição e fornecimento de alimentos no país, “além de adiantar salários e proteção social para a classe trabalhadora”.

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“Vamos nos ativar em todos os fóruns mundiais, manter a comunicação com os chanceleres do mundo e insistir na necessidade de diálogo, negociação, cumprimento das garantias de segurança e paz”, declarou. 

Delegação norte-americana visitou Venezuela no último final de semana; sobre guerra na Ucrânia, Maduro acusou 'aqueles que preparam a expansão da Otan' de serem responsáveis pelo conflito

Maduro/Twitter

Objetivo do encontro, segundo presidente venezuelano, é recuperar economia e estabilidade do país sul-americano

Guerra na Ucrânia

Sobre a guerra na Ucrânia, Maduro defendeu “acordos sólidos no processo de negociação” entre a Rússia e a Ucrânia. O presidente ainda destacou que a escalada de tensão no leste europeu teria se agravado como resultado de “décadas de descumprimento de acordos, bem como ameaças contra a segurança da Rússia”. 

“Aqueles que prepararam a expansão da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) são os maiores responsáveis por este conflito”, acrescentou o mandatário.

Ele também expressou preocupação com a possibilidade de guerra na Europa e alertou sobre uma “campanha midiática de ódio contra a Rússia”.  “Já há impactos brutais nos preços de energia, gás, petróleo, preços de alimentos e fertilizantes, bem como um aumento na o preço do transporte marítimo e do frete”, destacou.

O presidente estava acompanhado pelo presidente da Assembleia Nacional Jorge Rodríguez e pela primeira-dama e deputada Cilia Flores. 

(*) Com Telesur.