Segunda-feira, 11 de maio de 2026
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Durante a reunião do grupo de trabalho do Foro de São Paulo, que acontece em Caracas, o presidente venezuelano Nicolás Maduro declarou nesta sexta-feira (18/11) que a organização é a “mais importante” da América Latina e Caribe. 

Para Maduro, o Foro consegue agregar uma “unidade em diversidade e no debate pertinente”, apontando que a organização enfrentou o “pessimismo geral” do neoliberalismo “como ideologia única que pretendia se impor”.

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“O Foro de São Paulo tem sido um organização aglutinante mais importante que há na América Latina e Caribe desde a década de 90. É a mais democrática, diversa, plural e unitária porque permitiu agrupar a unidade na diversidade e no debate permanente para a ação”, disse. 

A reunião do grupo de trabalho do Foro acontece na sede da Universidade Internacional das Comunicações com mais de 60 delegados até este sábado (19/11), quando estratégias para os desafios que a região enfrenta serão discutidos.

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Em Caracas, presidente venezuelano afirmou em reunião da organização que ela consegue agregar uma 'unidade em diversidade e no debate pertinente'

Reprodução/ @NicolasMaduro

Grupo de trabalho do Foro, na Venezuela, acontece até este sábado (19/11)

Maduro ainda afirmou que esse debate é “respeitoso” para “buscar caminhos conjuntos”. “[ O Foro] soube falar da América Latina, do Caribe, e liderou a resistência naquela década de 90 levantando bandeiras populares em defesa dos movimentos sindicais, dos movimentos agrários, da economia nacional”, argumentou.

Novos cenários latino-americanos

O presidente venezuelano também comentou acerca do novo cenário geopolítico da região, ressaltando as vitórias de Gustavo Petro, na Colômbia, e de Luiz Inácio Lula da Silva, no Brasil.

Segundo ele, essas eleições “abrem uma idade geopolítica” diferente na América Latina, com uma “grande oportunidade para construir nossa nova independência”.

Como a proposta apresenta por Lula com relação à necessidade de uma conferência regional para discutir a Amazônia. Para Maduro, a Venezuela está “de acordo” com a possibilidade desse debate, explicando que este momento é uma oportunidade para garantir aos respectivos povos seus direitos à educação, trabalho, saúde, vida e alimentação.

(*) Com Telesur.