Segunda-feira, 11 de maio de 2026
APOIE
Menu

Durante a cerimônia de abertura dos trabalhos legislativos da Assembleia Nacional da Venezuela, nesta segunda-feira (09/01), o presidente Nicolás Maduro manifestou sua solidariedade ao colega brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva pelos ataques ocorridos em Brasília no dia anterior, promovidos por grupos bolsonaristas que tentavam dar um golpe de Estado.

O mandatário sul-americano disse que seu gesto de fraternidade se estendia à todo o povo brasileiro, e acrescentou que o ocorrido na capital brasileira “reforça a necessidade de uma união da América Latina contra a extrema direita”.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

“Essa extrema direita pró-imperialista pretende cortar as mãos do povo, para que não se iniciem os processos de mudança necessários para melhorar as condições de vida dos trabalhadores e das trabalhadoras da América Latina e do Caribe”, ressaltou Maduro.

O líder bolivariano completou a reflexão falando sobre as intenções dos grupos bolsonaristas na ação deste domingo (08/01). “Frear os processos de mudança em nosso continente, esse era o objetivo do assalto ao poder no Brasil, na Venezuela, na Bolívia, e mais além”, concluiu.

Mais lidas

Presidente sul-americano também afirmou que EUA devem fazer autocrítica da sua política contra a Venezuela

Presidência da Venezuela

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro

Autocrítica dos Estados Unidos

Maduro também enfatizou, durante a cerimônia, que os Estados Unidos “fracassaram em sua estratégia de acosso permanente à Venezuela”.

“A política trumpista contra a Venezuela, as ações de agressão aos poderes públicos, de nomear presidente, nomear uma Assembleia Nacional paralela, nomear um Poder Judiciário no exterior, tentando forçar uma mudança de governo, tudo isso falhou”, afirmou o mandatário.

Segundo o presidente sul-americano, a estratégia norte-americana “esbarrou na poderosa realidade do funcionamento republicano das instituições democráticas da Venezuela, como tem sido demonstrado e continuará a ser demonstrado a partir de agora”.

Para terminar, Maduro fez um desafio à Casa Branca. “O império estadunidense e seus representantes na Venezuela não têm a menor vergonha de fazer autocrítica, uma retificação, dizer ‘estávamos errados, fomos derrotados na Venezuela’”, instou.

(*) Com TeleSUR.