Quarta-feira, 6 de maio de 2026
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Ainda era noite de sexta-feira (19/05) no Brasil, quando já era manhã de sábado (20/05) no Japão, onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciava seu segundo dia de compromissos na 49ª edição da Cúpula do G7, que acontece na cidade de Hiroshima.

O primeiro encontro de Lula nesta jornada foi com o chefe do governo do país anfitrião, o primeiro-ministro Fumio Kishida, no edifício sede da prefeitura de Hiroshima, onde acontecem as reuniões bilaterais durante o evento.

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Em sua conta de Twitter, o mandatário brasileiro disse que a conversa com o premiê japonês abordou “a necessidade de retomarmos e ampliarmos relações entre empresários e empresas dos dois países”.

“Temos laços culturais com o Japão e uma grande comunidade nipo-brasileira. A ampliação de nossa parceria será importante para o crescimento de nossos países”, completou o presidente.

Durante este segundo dia de reuniões em Hiroshima, Lula deve participar da sessão de trabalho entre os membros fixos do G7 [Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido] e os líderes dos países convidados [além do Brasil, a edição deste ano incluiu os mandatários de Austrália, Coréia do Sul, Ilhas Comores, Ilhas Cook, Índia, Indonésia, Ucrânia e Vietnã].

Presidente brasileiro foi recebido por Fumio Kishida, chefe de governo do país anfitrião, no edifício da prefeitura de Hiroshima, cidade-sede do evento

Ricardo Stuckert

Encontro entre Lula e premiê japonês Fumio Kishida marcou início do segundo dia da Cúpula do G7, em Hiroshima

A agenda de Lula para este sábado também prevê reuniões bilaterais com o presidente da Indonésia, Joko Widodo; com o chanceler da Alemanha, Olaf Scholz; e com o presidente da França, Emmanuel Macron.

Segundo o Itamaraty, o mandatário brasileiro recebeu um convite da delegação ucraniana, para a realização de uma reunião com o presidente desse país, Volodymyr Zelensky, que também está em Hiroshima. Porém, o encontro não aparece na agenda oficial.

Também está programado um encontro com a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), a economista búlgara Kristalina Georgieva.

Essa reunião deverá ter, como tema principal, a situação da Argentina. Lula prometeu ao presidente do país vizinho, Alberto Fernández, que intercederia em favor do pedido argentino para mudar os prazos de pagamento de sua dívida externa, o que ajudaria o país a enfrentar uma crise econômica provocada pela seca que castigou o país nos últimos meses, uma das maiores de sua história.

Outro evento que está programado para este sábado é a foto oficial com os chefes de estado e de governo que participam do evento.