Segunda-feira, 11 de maio de 2026
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A cerimônia de posse do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, neste domingo (01/01), foi cercada de simbolismos, especialmente na subida da rampa do Palácio do Planalto.

Além da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, do vice-presidente Geraldo Alckmin e sua esposa Maria Lúcia Alckmin, Lula teve a companha de um grupo diverso de representantes da sociedade brasileira, com mulheres, negros, indígenas, pessoas LGBTQIA+ e com deficiência.

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Entre as figuras que estiveram ao lado do presidente estavam nomes conhecidos, como o cacique Raoni Mtuktire, e também a cozinheira Jucimara Fausto dos Santos, que ficou dez meses na Vigília Lula Livre e virou um dos símbolos daquela iniciativa, durante a prisão do líder petista em Curitiba.

A pessoa que entregou a faixa a Lula foi a catadora de materiais reciclados Aline Sousa, uma mulher negra de 33 anos. Ela assumiu a tarefa que deveria ter sido do agora ex-presidente Jair Bolsonaro, que abandonou o país na sexta-feira (30/12), ou do ex-vice-presidente Hamilton Mourão, mas ambos se recusaram a fazê-lo.

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Presidente subiu a rampa do Planalto com grupo representante da diversidade brasileira, com mulheres, negros, indígenas, pessoas LGBTQIA+ e com deficiência

Reprodução YouTube

Lula ergue os braços após receber a faixa, que simboliza o início do seu terceiro mandato como presidente

Outros que fizeram parte do grupo que subiu a rampa com Lula foram o garoto corinthiano Francisco, um morador de Itaquera, de apenas 10 anos de idade; o trabalhador metalúrgico Weslley Viesba Rodrigues; o professor de português Murilo de Quadros Jesus; o influencer anticapacitista Ivan Baron e o artesão Flávio Pereira, que também participou da Vigília Lula Livre.

Quem também subiu a rampa, junto com Janja, foi a cachorrinha Resistência, cumprindo a promessa que a primeira-dama havia feito após a vitória eleitoral do marido.