'Lula merece ser secretário-geral da ONU', diz Morales
'Lula merece ser secretário-geral da ONU', diz Morales
O presidente da Bolívia, Evo Morales, defendeu nesta sexta-feira (17/12) candidatura de seu colega brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, à Secretaria-Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) durante a 40ª Cúpula do Mercosul, que ocorre em Foz do Iguaçu.
“Lula merece ser secretário-geral da ONU” pelo que fez como um “estadista”, opinou o boliviano, ressaltando que, neste cargo, Lula daria atenção aos países da América Latina.
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Desde março, a imprensa internacional tem tratado sobre rumores de que o presidente brasileiro, que entrega a presidência do Brasil em 1º de janeiro a Dilma Rousseff, estaria interessado em ocupar o lugar onde hoje está o sul-coreano Ban-ki moon nas Nações Unidas, cujo mandato expira em 2011.
A possibilidade teria sido levantada, segundo o jornal britânico The Times, pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy, durante uma reunião da cúpula do G-20 que ocorreu em setembro de 2009 em Pittsburgh, nos Estados Unidos.
Outras lideranças mundiais já chegaram a defender a candidatura do brasileiro ao cargo máximo da ONU, como o porta-voz da presidência da Palestina, Mohamed Edwan, e do primeiro-ministro de Portugal, José Sócrates.
A defesa de Morales ocorreu durante o último encontro do Mercosul do qual Lula fará parte enquanto chefe de Estado do Brasil. A cúpula, iniciada às 9h32, deve tratar dos acordos assinados na véspera pelos ministros dos países-membro e das nações associadas para aprofundar a integração econômica e social da região.
Participam do evento os presidentes da Argentina, Cristina Kirchner, do Paraguai, Fernando Lugo, do Uruguai, José Mujica, e do Chile, Sebastián Piñera, além de Lula e Morales.
O chanceler venezuelano, Nicolas Maduro, substitui o presidente Hugo Chávez, que ficou em Caracas por causa da situação de emergência causada pelas chuvas e inundações que têm afetado o país.
Em sua fala, Cristina pediu que a incorporação da Venezuela ao Mercosul fosse efetivada e disse que esperava que a titularidade do bloco, que Lugo recebe hoje de Lula, sirva para concretizar os últimos passos. A entrada da nação de Chávez ao grupo aguarda apenas a aprovação do Congresso do Paraguai, onde os parlamentares de oposição se negam a aprovar a proposta.
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