Domingo, 3 de maio de 2026
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou nesta quinta-feira (14/09), em mensagem publicada em suas redes sociais, a intenção de fortalecer a produção de biocombustíveis como forma de fortalecer a importância do Brasil no cenário internacional.

Em uma série de publicações, o mandatário assegurou que “enquanto presidente da República, não vou perder a chance de transformar nosso país em uma potência em energia limpa. É isso que vai transformar o Brasil num país de maior importância”.

Lula também se referiu às duas viagens internacionais que realizará em novembro deste ano, à Alemanha e aos Emirados Árabes, nas quais pretende priorizar os temas relacionados às energias renováveis.

No caso do país asiático, a passagem do presidente será para participar da 28ª edição da Conferência do Clima das Nações Unidas (COP28).

“Em novembro, iremos à COP28, nos Emirados Árabes, e depois iremos à Alemanha para tratar do desenvolvimento de biocombustíveis e transição energética”, disse o mandatário.

Presidente declarou que temas relativos ao desenvolvimento de biocombustíveis e à transição energética serão principais tópicos de viagens em novembro à Alemanha e à COP28, nos Emirados Árabes

Ricardo Stuckert

Lula durante discurso na cúpula do G20, evento onde defendeu aliança de países pelos biocombustíveis

Em outra mensagem, Lula acrescentou que “o mundo não tem outra saída a não ser o caminho da produção e investimento em energia limpa e biocombustíveis. Se a gente quer, de fato, nos transformar em uma nação rica e soberana, essa transição energética é uma oportunidade fundamental para o Brasil”.

“Em 2004, Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura, entrou na minha sala falando que o Brasil poderia se tornar o país mais importante do planeta em energia limpa. Nem todo mundo acreditava nisso. E aqui estamos”, concluiu o presidente.

No fim de semana, Lula participou da Cúpula do G20, na Índia, ocasião na qual promoveu o lançamento da Aliança Global de Biocombustíveis, cujos membros são Brasil, África do Sul, Argentina, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Índia, Itália e Ilhas Maurício.

O presidente brasileiro também usou o evento em Nova Delhi para criticar a falta de compromisso dos países mais ricos do mundo no combate ao aquecimento global.

“Desde a COP de Copenhague (em 2009), os países ricos deveriam prover US$ 100 bilhões por ano em financiamento climático novo e adicional aos países em desenvolvimento. Essa promessa nunca foi cumprida”, questionou Lula.