Sábado, 25 de abril de 2026
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O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, foi acusado hoje por Damiana Hortensia Morán, uma das mulheres que o processa por uma suposta paternidade, de ter oferecido dinheiro para que ela retirasse a demanda em questão.

Em entrevista a uma rádio local, Hortensia Morán também afirmou que um dirigente sindical seria apresentado como o verdadeiro pai da criança, de dois anos.

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“Tinha que aparecer um pai para que a imagem do presidente continuasse boa”, indicou Hortensia Morán, que, em fevereiro, havia desistido do processo, mas mudou de ideia duas semanas depois.

Segundo ela, a sua mudança de postura ocorreu devido a sua indignação após a oferta do mandatário.

O advogado de Lugo, Marcos Fariña, por sua vez, considerou que a acusação “é totalmente falsa” e que está confiante de que o resultado do exame de DNA será favorável ao presidente.

Além de Hortensia Morán, outras duas mulheres, Benigna Leguizamón e Viviana Carrillo, também recorreram ao presidente pelo mesmo motivo.

Em dezembro, Leguizamón desistiu da demanda que havia aberto. Já Carrillo teve seu filho, Guillermo Armindo, nascido em 2007, reconhecido pelo mandatário.

Antes de assumir a Presidência do Paraguai, em 2008, Lugo era bispo católico no departamento (estado) de San Pedro.

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Lugo é acusado de oferecer dinheiro para mulher retirar ação de paternidade

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