Sábado, 9 de maio de 2026
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Líderes mundiais com opiniões diferentes vão se reunir em um mesmo ambiente nesta semana. Os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, da França, Nicolas Sarkozy, e mais 136 chefes de Estado estarão no próximo dia 23 em Nova York. É a 65ª Assembleia Geral da Organização da ONU.

Em pauta estarão temas como a questão nuclear, o terrorismo e as negociações na busca por um acordo de paz entre israelenses e palestinos. Também haverá um alerta coletivo de que faltam cinco anos para acabar o prazo estabelecido para que os países atinjam as Metas do Milênio, fixadas pelos 192 países-membros da ONU. Os líderes examinarão alternativas para acelerar o cumprimento das metas.

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Os assuntos que ocupam espaço no cenário político internacional costumam predominar nas reuniões de abertura da Assembleia Geral da ONU, segundo os diplomatas. Por isso, as expectativas estarão voltadas para o discurso de Obama, que anunciou recentemente a retirada dos militares do Iraque.

Como também é Obama que lidera as negociações entre palestinos e israelenses em busca de uma solução para o impasse na região, o assunto deverá ter destaque no discurso dele. A reunião mais recente mostra que o governo de Israel rejeitou a proposta norte-americana de congelar a construção dos assentamentos.

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As atenções estarão voltadas ainda para Ahmadinejad. Em constante conflito com os Estados Unidos, o iraniano participa pela segunda vez da assembleia. O Irã é alvo de críticas da comunidade internacional, que suspeita da produção secreta no país de armas atômicas e também condena os casos de violação de direitos humanos.

O governo Ahmadinejad, nos últimos dias, teve de se manifestar sobre a condenação à morte por apedrejamento da viúva Sakineh Mohammadi Ashtiani, de 43 anos – denunciada por adultério e assassinato. Também anunciou a libertação de uma norte-americana – outros dois ainda estão presos – acusados de espionagem no país. Eles alegam que estavam apenas fazendo turismo na fronteira entre o Irã e o Iraque.

Outro líder no foco das polêmicas é Sarkozy, que deverá ser cobrado a dar explicações sobre a decisão do governo de deportar os ciganos ilegais que vivem na França. A medida gerou protestos internos e também da União Europeia e das Nações Unidas. O presidente francês indicou que vai manter a ordem.

Desde que tomou posse em 2003, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva compareceu a todas as reuniões da Assembleia Geral das Nações Unidas. Desta vez, ele não irá. Nas reuniões anteriores em que participou, Lula fez o discurso de abertura da sessão. Como a orientação para os discursos segue a ordem alfabética, o representante do Brasil é o primeiro a falar nas sessões da ONU.

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Líderes mundiais se reúnem em Nova York na Assembleia Geral da ONU

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