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O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, está doente com leucemia em estágio terminal, segundo um dos documentos sigilosos vazados pelo website WikiLeaks no último domingo, publicou o jornal inglês The Daily Telegraph nesta segunda-feira (29/11).

No documento vazado, uma mensagem de agosto de 2009, o consulado dos EUA em Istambul, na Turquia, comunicou a Washington que um empresário próximo ao aiatolá Hashemi Rafsanjani (ex-presidente de 1989 a 1997 e rival de Khamenei) teria passado a informação de que o líder supremo fora diagnosticado com uma forma fatal de leucemia. O empresário acreditava, segundo o texto, que Khamenei estaria morto “em questão de meses”.

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Khamenei subiu ao poder em 1989, depois da morte de Ruhollah Khomeini, o aiatolá (espécie de “cardeal” para os muçulmanos xiitas) que liderou a revolução islâmica que derrubou o xá Mohamed Reza Pahlevi em 1979. Antes, entre 1981 e 1989, Khamenei tinha sido presidente do país. Em 1981 também, no início da Guerra Irã-Iraque, sobreviveu a um atentado a bomba cometido durante uma entrevista coletiva.

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O posto de líder supremo é o que mais detém poder de fato no Irã, enquanto o presidente concentra mais funções administrativas e diplomáticas. Segundo o Telegraph, Khamenei é “um linha-dura bem conhecido por sua hostilidade contra os Estados Unidos”. Assim como ocorreu com Khomeini, os detalhes sobre a saúde do aiatolá são mantidos sob rigoroso sigilo no Irã.

De acordo com o jornalista Damien McElroy, especialista do Telegraph em política internacional, “qualquer informação crível de que Khamenei estaria morrendo mudaria, fundamentalmente, as apostas nas negociações diplomáticas  entre Teerã e seus adversários ocidentais”.

O aiatolá Khamenei, o líder chefe religioso do Irã, que detém a palavra final nos assuntos de Estado é um linha-dura bem conhecidos pela sua hostilidade aos Estados Unidos.

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Líder Supremo do Irã tem leucemia, diz documento vazado por WikiLeaks

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