Domingo, 17 de maio de 2026
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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, confirmou a morte do líder do grupo Estado Islâmico Abu Ibrahim al-Hashimi al-Qurashi nesta quinta-feira (03/02) em uma ação militar liderada pelos norte-americanos em Idlib, na Síria.

Segundo Biden, al-Qurashi detonou um explosivo que acabou causando sua própria morte. De acordo com a ONG Observatório Sírio de Direitos Humanos, a explosão atingiu civis. Ao todo, 13 pessoas morreram na ação militar, incluindo seis crianças e quatro mulheres.

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“[Os militares] conseguiram atingir um dos terroristas mais perigosos do mundo, era um dos terroristas mais procurados. A ação coloca fim a uma importante ameaça”, disse Biden.

“Nós vamos achar vocês em qualquer parte do mundo, onde quer que vocês se escondam. Nos manteremos vigilantes e preparados”, acrescentou.

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Al-Qurashi tomou a liderança do grupo em outubro de 2019 após os EUA também fazerem uma ação em Idlib contra o líder anterior, Abu Bakr al-Baghdadi. Os dois, que se conheceram em uma prisão iraquiana em 2004, se suicidaram antes de serem capturados.

Segundo presidente dos EUA, líder do grupo detonou uma bomba que causou sua própria morte; 13 pessoas morreram, incluindo crianças e mulheres

Flickr/Nato

Ação contou com equipamento bélico pesado e helicópteros

A ação, que contou com equipamento bélico pesado e helicópteros, ocorreu na vila de Atmeh, situada em Idlib. Atmeh está situada logo após a fronteira da Turquia. Não está claro se Ancara foi informada da operação com antecedência ou se estava envolvida diretamente. 

Idlib abriga dezenas de milhares de membros do EI que fugiram para a região vindos de diversas partes da Síria em meio a uma série de ofensivas bem-sucedidas do governo contra as forças rebeldes e jihadistas. A área é frequentemente caracterizada como o “último reduto rebelde” no país.

Áreas no norte e nordeste da Síria são ocupadas diretamente por forças turcas, bem como por milícias curdas sírias apoiadas pelos EUA. Washington também têm uma guarnição no sul da Síria, na fronteira com o Iraque e a Jordânia.

O governo sírio, por sua vez, busca restaurar o controle total sobre os seus territórios e apela constantemente para que todas as forças estrangeiras que não foram convidadas pelo país saiam imediatamente da Síria.

*Com Ansa e Sputnik