Domingo, 14 de junho de 2026
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Um dia após o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovar uma resolução que autoriza a adoção de uma zona de exclusão aérea na Líbia, o chanceler líbio, Mussa Kussa, anunciou um cessar-fogo, com o fim das operações militares contra os rebeldes, e criticou a decisão do órgão.

“A resolução da ONU viola a carta das Nações Unidas e a soberania líbia”, afirmou o chanceler. Dez países votaram a favor da medida e nenhum contra. Cinco países optaram pela abstenção: Brasil, Rússia, Índia, China e Alemanha.

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Russos e chineses, que têm poder de veto, relutaram durante os últimos dias em apoiar a decisão. O Conselho é composto por quinze membros.

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A zona de exclusão autoriza que forças aéreas estrangeiras ataquem aviões das tropas do governo líbio que decolarem para atacar as tropas rebeldes.

Na resolução, consta um trecho que cogita a possibilidade de se utilizar “todas as medidas necessárias” para proteger os civis –  o que inclui ataques aéreos. Ao mesmo tempo, o texto aprovado exclui a presença de “qualquer força de ocupação estrangeira, de qualquer tipo, em qualquer parte do território líbio”.

A França confirmou nesta sexta-feira (18/03) que participará da operação militar contra a Líbia após aprovação de resolução do Conselho de Segurança.  o porta-voz francês e ministro do Orçamento, Francois Baroin, disse à rádio RTL que a ação militar não se trata de uma ocupação, mas sim de uma ajuda as forças de oposição ao regime do líder líbio, coronel Muamar Kadafi. Baroin não quis dar detalhes sobre o momento, a forma e os objetivos militares da operação.


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Líbia anuncia cessar-fogo e critica resolução do Conselho de Segurança da ONU

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