Domingo, 10 de maio de 2026
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A poluição do lodo tóxico que afeta o sudoeste da Hungria chegou ao rio Danúbio, embora com uma concentração de metais pesados reduzida, o que diminui o risco de contaminação.

Assim anunciou nesta uinta-feira (8/10) à Efe a porta-voz do Escritório de Catástrofes, Gyorgyi Tuttos, que explicou que o Ph da água contaminada caiu de 13, incompatível com a vida, para nove, mais próximo ao ponto de inocuidade.

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Tuttos detalhou que o barro chegou diluído ao segundo rio mais longo da Europa, em forma de mais água contaminada com substâncias tóxicas do que de lodo propriamente dito, já que este ficou pelo caminho em direção ao Danúbio.

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Além disso, destacou a importância de o Ph ter baixado para nove (o ph neutro tem valor sete), reduzindo o risco de poluição.

Bem distinta é a situação no rio Marcal, onde “toda forma de vida morreu”, como detalha o responsável de WWF/Adena na Hungria, Gabor Figeczky.

O primeiro-ministro, Viktor Orban, garantiu que algumas áreas terão de ser isoladas e em outros pontos por onde passou a onda de barro contaminante “é impossível viver”.

A ruptura de um reservatório de uma fábrica de alumínio provocou na segunda-feira o vazamento de 1 milhão de metros cúbicos de “barro vermelho”, uma substância extremamente corrosiva e carregada de metais pesados.

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Lama vermelha chega ao rio Danúbio, embora menos tóxica

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