Quarta-feira, 6 de maio de 2026
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O cônsul da Bolívia no Chile, Walker San Miguel, afirmou hoje (24/8) que o governo de Evo Morales irá ajudar a família de Carlos Mamani, jovem boliviano de 23 anos que está entre os 33 mineiros soterrados há 19 dias no Chile.

“O governo e o povo boliviano estão muito agradecidos pelos esforços do presidente [Sebastián] Piñera, de seus ministros, das suas autoridades e de seus técnicos para conseguir fazer contato com os 33 mineiros”, expressou o cônsul.

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À família do rapaz, San Miguel prometeu ajuda estatal para o regresso à Bolívia ou para auxílios no país vizinho.

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O jovem ingressou no emprego exatamente no dia 5 de agosto, quando o acesso à mina San José, no norte da nação sul-americana, foi bloqueado por um deslizamento de terra. Junto aos outros 32 trabalhadores, ele está a 700 metros de profundidade.

San Miguel enfatizou ainda que Morales “está muito preocupado desde o momento em que soube que havia um boliviano” e, por isso, quer oferecer ajuda “não apenas a Carlos, mas aos 33, porque todos somos irmãos, todos temos uma identidade humana comum”.

“As fronteiras são artificiais e estou certo de que na adversidade chilenos e bolivianos compartilham como seres humanos que querem a suas famílias, sua Pátria, a Deus, e aqui estamos para admirá-los e cumprimentá-los por essa coragem”, completou o diplomata.

O primeiro contato com os trabalhadores foi feito no último domingo, quando uma das nove sondas que atuam no local conseguiu chegar até o ponto em que os homens se encontram. Por meio de um bilhete, eles disseram que estão vivos e bem.

Desde então, as autoridades trabalham para levar água, alimentos e medicamentos ao interior da mina, além de cartas das famílias. Já foram estabelecidos também contatos visual e auditivo. Estima-se que as tarefas de resgate durem pelo menos quatro meses.

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La Paz oferece ajuda a jovem boliviano preso em mina no Chile‏

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