Domingo, 17 de maio de 2026
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O presidente Jair Bolsonaro desembarcou em Moscou, capital da Rússia, nesta terça-feira (15/02), no qual fará reuniões com seu homólogo Vladimir Putin. 

Segundo Jamil Chade, colunista da UOL, até o evento, que acontece nesta quarta-feira (16/02), foi exigido que Bolsonaro permanecesse confinado em seu hotel devido às restrições sanitárias no país contra a covid-19.

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A exigência do Kremlin não foi bem recebida pelos diplomatas brasileiros. No entanto, a situação não foi revertida. Além dessa imposição, o número de pessoas acompanhando Bolsonaro na viagem também foi restringido. 

O chefe de Estado brasileiro está junto de uma pequena comitiva. Em seu encontro com Putin, será permitido apenas um intérprete, sem a presença do chanceler Carlos França.

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Presidente brasileiro aterrissou em Moscou para discutir relações econômicas e estratégicas com o governo de Vladimir Putin

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Bolsonaro está acompanhado de uma pequena comitiva e em seu encontro com Putin será permitido apenas um intérprete

A visita oficial de Bolsonaro à Rússia ocorre devido a um convite de Putin. Na quarta, os presidentes se reúnem para discutir o fortalecimento da parceria estratégica entre as duas nações. O Brasil e a Rússia fazem parte do Brics, agrupamento de países emergentes que também conta com a Índia, China e África do Sul. 

O encontro também será utilizado para discussão sobre o desenvolvimento da colaboração na economia e assuntos como cultura e ciência em ambos os países. Além da reunião com o presidente russo, Bolsonaro deve encontrar Vyacheslav Volodin, presidente da Duma, equivalente à Câmara dos Deputados no Brasil.

Na Rússia, a agenda de Bolsonaro vai até a quinta-feira (17/02) ainda envolve a sua participação na reunião de empresários russos e brasileiros dos setores de agronegócio, energia nuclear e gás.

Apesar da viagem ocorrer em meio à tensão na fronteira da Ucrânia, o ministro da Defesa do Brasil, Walter Braga Netto, confirmou que nenhum assunto sobre a situação dos países ex-soviéticos seria discutido entre Bolsonaro e Putin.  

(*) Com Sputnik News.