Domingo, 17 de maio de 2026
APOIE
Menu

A Justiça do Uruguai confirmou a condenação de Nelson Bardesio e Pedro Freitas, ex-agentes da Direção Nacional de Informação e Inteligência (DNII), vinculados ao Esquadrões da Morte, pelo assassinato em 1971 do estudante Héctor Castagnetto.

  

O Tribunal de Apelações no Penal (TAP) confirmou em todos os termos e por unanimidade a sentença sobre os acusados, que integravam a organização de extrema-direita nos anos anteriores a ditadura militar (1973-1985).

Leia mais:

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Governo do Uruguai tenta anular lei de anistia, mas oposição quer novo plebiscito

Uruguai discute alteração de lei que anistiou repressores da ditadura militar

O dia em que a guerrilha do presidente Mujica executou o mestre da tortura Dan Mitrione

  

Segundo o jornal uruguaio La Republica, os ministros do tribunal Eduardo Borges, Bernardette Minville e José Bonavota confirmaram a decisão da juíza penal da 8ª Vara, Graciela Eustachio, como co-autores de um crime de “homicídio muito especialmente agravado” em virtude da responsabilidade de ambos pelo sequestro e desaparecimento de Castagnetto.

  

Bardesio foi detido em 24 de julho a pedido do Uruguai por agentes da Organização de Polícia Criminal Internacional (Interpol) em Buenos Aires e permanece em prisão administrativa, à espera da resolução da Justiça da Argentina.

Leia mais:

Mais lidas

Quem foram os Tupamaros e como o movimento virou partido após abandonar as armas

Uruguai relembra 37 anos de golpe que instaurou última ditadura

Perfil: Pepe Mujica, alma de guerrilheiro e discurso conciliador

  

Sequestrado e interrogado em março de 1972 por dirigentes da guerrilha Movimento de Libertação Nacional – Tupamaros (MLN-T), ele confessou sua ligação com grupos paramilitares e parapoliciais com os ministérios do Interior e da Defesa e revelou a identidade de seus integrantes.

  

Após ser libertado pelos guerrilheiros uruguaios, Bardesio se desculpou pelos seus atos e abandonou o Uruguai em novembro de 1972, estima-se.

Siga o Opera Mundi no Twitter

Conheça nossa página no Facebook      

Justiça do Uruguai confirma a condenação de ex-paramilitares

NULL

NULL

NULL