Segunda-feira, 27 de abril de 2026
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O juiz Osvaldo Cáceres decidiu nesta sexta-feira (21/5) pelo arquivamento do processo em que Damiana Hortensia Morán reivindica que o presidente paraguaio, Fernando Lugo, reconheça a paternidade de seu filho.

O magistrado justificou a sua decisão devido à falta de atitudes da solicitante, que não apresentou novos argumentos à Justiça.

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“O presidente, agora sim, demonstrou que é covarde”, declarou Hortensia Morán, que ainda conversará com seu representante antes de decidir se apelará à sentença do juiz.

Nesta semana, o advogado de Lugo, Marcos Fariña, divulgou que o presidente se submeteria a um exame de DNA nos próximos dias para que o caso fosse decidido.

Em fevereiro, Hortensia Morán havia desistido da ação, mas voltou atrás duas semanas depois alegando que o mandatário não havia cumprido um acordo sobre o assunto.

Além dela, outras duas mulheres, Benigna Leguizamón e Viviana Carrillo, processaram Lugo, que foi bispo católico antes de chegar à presidência, em 2008, pelo mesmo motivo.

Até o momento, apenas Carrillo teve seu filho, Guillermo Armindo, nascido em 2007, reconhecido pelo presidente.

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Justiça arquiva processo de paternidade negado por Lugo

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