Quarta-feira, 20 de maio de 2026
APOIE
Menu

A junta militar que governa o Egito desde a renúncia do presidente Hosni Mubarak no último dia 11 assegurou nesta sexta-feira (18/02) que não permitirá que os protestos continuem no país.

“Não permitiremos que as práticas ilegais que colocam a nação em perigo continuem”, assegurou em comunicado recolhido pela televisão estatal egípcia o Conselho Supremo das Forças Armadas.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

No comunicado, emitido enquanto milhares de egípcios ainda celebravam na praça Tahrir o “Dia da Vitória”, para comemorar a renúncia do presidente Hosni Mubarak na sexta-feira passada (11/02), os militares insistiram que os protestos e as manifestações prejudicam os interesses da nação.

Leia mais:

Mais lidas



Os militares e o futuro do Egito

Itália vive dia de manifestações contra Berlusconi

Argélia registra confrontos entre polícia e desempregados

Oposição iemenita convoca protestos contra presidente

Após 30 anos no poder, Hosni Mubarak renuncia ao governo do Egito

Assim, dizem que os pedidos particulares de alguns grupos e a organização de protestos “afetam os interesses, interrompem a produção” e criam uma condição econômica crítica “que conduzem à deterioração da economia do país”.

Além disso, indicam que “alguns indivíduos impedem que os funcionários do Estado realizem seus trabalhos, o que prejudica o andamento da produção e faz com que as perdas se dupliquem”.

Para eles,  “a continuação de um estado de instabilidade acabará afetando a segurança”.

Para colocar fim a estes perigos, o Conselho Supremo insiste na necessidade de que “os cidadãos honoráveis assumam sua responsabilidade e façam frente a todo indivíduo irresponsável”.

“O Conselho Supremo das Forças Armadas não permitirá que estas práticas ilegais continuem enquanto significarem um enorme perigo para a nação”, conclui a nota.

Este é a primeira mensagem de advertência da junta militar desde a emissão do primeiro comunicado na quinta-feira passada, um dia antes da renúncia de Hosni Mubarak, que deixou o poder após os protestos que começaram no dia 25 de janeiro.



*Com agência Efe

Siga o Opera Mundi no Twitter      

Conheça nossa página no Facebook

Junta militar do Egito diz que não permitirá que os protestos continuem

NULL

NULL

NULL