Juan Manuel Santos evita falar sobre rompimento das relações com a Venezuela
Juan Manuel Santos evita falar sobre rompimento das relações com a Venezuela
O presidente eleito da Colômbia, Juan Manuel Santos, se negou a falar sobre a ruptura das relações diplomáticas da Venezuela com seu país. No México, primeira etapa de uma viagem pela América Latina, disse que “a melhor contribuição é não nos pronunciarmos”. Ao fim de uma reunião com o mandatário mexicano, Felipe Calderón, Santos afirmou que Álvaro Uribe “é o presidente e continuará a ser até o dia 7 de agosto”, quando assumirá o cargo.
O presidente eleito da Colômbia chegou com uma caravana de dez veículos a Los Pinos, onde almoçou com Calderón. Momentos antes, visitou o seu compatriota Gabriel García Márquez, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 1982.
Santos começou ontem pelo México o giro que fará pela América Latina com o objetivo de estreitar laços de seu país com governos com os quais a administração de Uribe se afastou. Assim que foi eleito, ele manifestou seu interesse em melhorar as relações com a Venezuela.
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A decisão foi tomada por Hugo Chávez na tarde de ontem enquanto o Conselho Permanente da OEA (Organização dos Estados Americanos) analisava acusações do governo colombiano de que há guerrilheiros instalados em território venezuelano.
O embaixador da Colômbia, Luis Alfonso Hoyos, apresentou documentos que provariam a existência de membros das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e do ELN (Exército de Libertação Nacional) em ao menos 87 acampamentos na Venezuela.
Ao fazer seu anúncio, Chávez disse esperar que “Santos tome alguma providência sobre essa loucura desordenada que toma conta” do atual governo colombiano.
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