Domingo, 14 de junho de 2026
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As autoridades japonesas decretaram hoje (15/03) zona de exclusão aérea toda a área onde está localizada a Central Nuclear de Fukushima. Nesta central houve três explosões dos reatores nucleares elevando os níveis de radiação na região. De acordo com a Agência Kyodo, a radiação está em nível 33 vezes superior ao permitido em Utsunomiya, capital da província de Tochigi, zona norte de Tóquio.

Os níveis de radiação em Kanagawa, ao sul de Utsunomiya, eram, por sua vez, nove vezes superior ao recomendado. O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, disse hoje que os níveis de radiação aumentaram significativamente depois da explosão em Fukushima, onde quatro dos reatores da central nuclear já sofreram problemas.

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O porta-voz do governo do Japão, Yukio Edano, ressaltou que o nível da radiação chegou a ser 100 vezes superior ao limite no reator 4, enquanto no reator 3 os níveis eram 400 vezes superiores. Segundo ele, se forem mantidos os níveis de radiação, eles podem ser prejudiciais à saúde humana. Apenas 50, dos 800 funcionários da Central de Fukushima, permanecem no complexo.

A Tokyo Electric Power (Tepco), que gere a central, não exclui fusões dos núcleos dos reatores 1, 2 e 3, mas garante que o reator 4 não estava em funcionamento por ocasião do incêndio que afetou o edifício hoje de manhã (hora local).

Em comunicado à população, o primeiro-ministro, Naoto Kan, apelou para que todos tentem manter a calma, mesmo em meio aos incidentes em Fukushima. As explosões provocam um alarme global devido ao temor de uma catástrofe nuclear.

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Japão decreta zona de exclusão aérea na região da Central Nuclear de Fukushima

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