Sexta-feira, 15 de maio de 2026
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As principais potências vizinhas à península coreana manifestaram extrema preocupação com os desdobramentos dos supostos disparos da Coreia do Norte contra a ilha sul-coreana de Yeonpyeong. Japão, China e Rússia disseram que é preciso controlar a situação para evitar uma possível escalada militar.

O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, alertou seus ministros para que estejam preparados para qualquer desdobramento. “Ordenei aos ministros que façam preparativos para que possamos reagir de maneira firme, para o caso de qualquer evento inesperado acontecer”, afirmou. “Determinei que façam o melhor para reunir informações.”

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Próxima à Coreia do Norte, a China, expressou preocupação com o recente
ataque. “Estamos preocupados com a questão. A situação real precisa ser
confirmada”, afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores
chinês, Hong Lei. “Esperamos que as partes trabalhem para a paz e
estabilidade na Península Coreana”.

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A chancelaria chinesa destacou que é “imperativo” reativar o processo de negociação do grupo dos seis após a revelação da existência de uma nova usina de enriquecimento de urânio na Coreia do Norte.

A Rússia também advertiu para o risco de confronto militar em grande escala. “É importante que isto não leve a uma escalada na península”, afirmou uma fonte diplomática russa, não identificada, à agência Interfax.  Moscou acompanha este conflito com atenção, pois tem fronteira com a Coreia do Norte e é um dos mediadores no processo de conversações sobre o programa nuclear desse país.

*Com agências



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Japão, China e Rússia manifestam preocupação com escalada de tensão entre Coreias

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