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O governo italiano decidiu reforçar os controles sobre os produtos alimentícios procedentes do Japão, diante da ameaça radioativa na usina nuclear de Fukushima após o terremoto e o tsunami que atingiram o país na sexta-feira passada (11/03).

O anúncio foi feito nesta quarta-feira (16/03) pelo Ministério da Saúde em uma nota, após aprovar uma medida segundo a qual os produtos procedentes das áreas atingidas pelo devastador terremoto de sexta-feira passada serão submetidos a rigorosos controles.

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Os alimentos procedentes do Japão só não serão submetidos a esse controle no caso de produtos que contam com um documento no qual se certifique que sua produção e confecção foram realizadas antes de 11 de março.

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“No caso de alimentos produzidos depois de 11 de março, a importação só será autorizada após passar por um controle para determinar a presença de possíveis partículas radioativas”, explica a nota.

O Ministério da Saúde especificou que estes controles se estenderão a todos os alimentos importados do Japão.

A Itália adotou esta medida no mesmo dia em que a Comissão Europeia (órgão executivo da União Europeia) recomendou aos países da UE que controlem os alimentos importados do Japão, para comprovar se têm radioatividade.

A comissão recomendou aos países que realizam testes nos alimentos que chegaram à UE a partir de 15 de março, para verificar se contêm radioatividade.

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Itália reforça controle de alimentos procedentes do Japão

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