Segunda-feira, 11 de maio de 2026
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O governo da Itália está estudando que seu contingente militar possa deixar o Afeganistão em 2011, afirma o ministro da Defesa, Ignazio La Russa, em entrevista publicada hoje (11/10) no jornal La Stampa. As declarações acontecem após a morte no sábado passado de quatro soldados italianos na explosão de uma bomba quando viajavam em um comboio no distrito de Gulistan, ao sul do Afeganistão.

Efe



Restos mortais dos quatro soldados italianos mortos no sábado chegam a Roma

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La Russa explicou que se discutirá na próxima semana com o comandante das forças internacionais no Afeganistão, o norte-americano David Petraeus, a possibilidade de deixar a região oeste aos afegãos em 2011 e não se mudar para outras áreas.

Após a morte dos quatro soldados, La Russa também lançou a hipótese de que os aviões italianos possam ser armados com bombas, já que até agora voavam sem elas.

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Os restos mortais dos quatro membros do Corpo de Alpinos do exercito italiano mortos no sábado chegaram hoje ao aeroporto romano Ciampino, onde lhes foram rendidas honras pelo presidente da República, Giorgio Napolitano.

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Junto ao Chefe de Estado estiveram a Ciampino para receber os militares premiê, Silvio Berlusconi, além de outros membros do governo e de cargos institucionais.

Com a morte dos quatro militares já são 32 o número dos soldados italianos que morreram no Afeganistão. A Itália tem cerca 3.300 militares desdobrados na região oeste, com base em Herat.

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Itália estuda sua retirada do Afeganistão no final de 2011

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