Segunda-feira, 18 de maio de 2026
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Cerca de 30% das pessoas detidas nas prisões da Itália são estrangeiras, e quase um terço destes é de origem balcânica, segundo dados do Ministério da Justiça do país.

  

As informações foram apresentadas em Campobasso, na abertura da primeira conferência internacional sobre segurança adriática (região marítima que separa a Itália da região dos Bálcãs).

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Nos 208 institutos penais, há 24.954 presidiários estrangeiros, dos quais 7.158 têm alguma nacionalidade balcânica: Albânia, Bósnia-Herzegóvina, Croácia, Grécia, Montenegro, Romênia, Sérvia, Eslovênia e Bulgária. Entre estes, 6.720 são homens e 438, mulheres.

  

Os prisioneiros de nacionalidade romena são 3.494 (3.214 homens e 280 mulheres), ou 14% de toda a população carcerária, seguidos pelos albaneses, que representam 11% (2.880 no total, sendo 2.838 homens e 42 mulheres).

  

O número mais alto de estrangeiros detidos, porém, é o de marroquinos, com 5.279 presos que representam 21% do total de estrangeiros nas prisões, seguidos dos romenos, dos tunisianos, com 12,5% (3.105) e albaneses.

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Itália: 30% dos prisioneiros são estrangeiros, afirma Ministério da Justiça

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