Sexta-feira, 15 de maio de 2026
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Um comitê do Ministério do Interior israelense aprovou a construção de 620 casas na colônia judia de Pisgat Zeev, situada em território palestino ocupado ao nordeste de Jerusalém.

A decisão tinha recebido sinal verde provisório há dois anos, mas permanecia suspensa por uma série de deficiências técnicas, explicou uma fonte do Ministério à rádio pública israelense.

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Israel considera Pisgat Zeev, uma das maiores colônias judias onde residem 50 mil israelenses, como mais um bairro de sua “capital indivisível”, Jerusalém, enquanto para a legislação e a comunidade internacional trata-se de uma colônia ilegal em território ocupado.

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A aprovação ocorre em um momento de paralisia do processo de paz entre israelenses e palestinos, que começou e ficou estagnado em setembro, quando Israel reiniciou a construção sem impedimentos das colônias judias na Cisjordânia ao finalizar uma moratória parcial que manteve durante dez meses.

Trata-se do segundo sinal verde à construção em assentamentos nesta semana, depois que o Comitê de Planejamento Local da Prefeitura de Jerusalém desse sinal verde na segunda-feira passada à construção de 130 casas junto ao assentamento judaico de Guiló, ao leste da cidade.

O projeto, que precisa ainda confirmação do Ministério do Interior, consiste na edificação de casas em um espaço inicialmente destinado à construção de um hotel.

A ampliação decidida na segunda-feira havia sido retirada da agenda do comitê há meio mês para evitar problemas com a Administração Obama em seus esforços por devolver às partes à mesa de negociações, como publicaram então meios israelenses.

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Israel aprova construção de 620 casas em colônia em território palestino

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