Irmandade Muçulmana avalia atuação do Exército egípcio e pede mais reformas
Irmandade Muçulmana avalia atuação do Exército egípcio e pede mais reformas
O grupo islâmico Irmandade Muçulmana, a principal força opositora do Egito, cumprimentou neste sábado (12/02) os primeiros passos do Conselho Supremo das Forças Armadas em direção a uma transição democrática, mas reivindicou que as reformas sejam aceleradas.
Em comunicado, a Irmandade Muçulmana considerou que a cúpula militar adotou uma “orientação correta para a transferência pacífica do poder”, mas pediu, entre outras medidas, a revogação imediata da Lei de Emergência, a dissolução do Parlamento, a formação de um novo Governo e liberdade para a formação de partidos políticos.
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Os militares e o futuro do Egito
Outras das exigências do grupo aos militares são a libertação dos presos políticos – especialmente dos detidos por participar das revoltas que acabaram com a renúncia do presidente Hosni Mubarak -, que sejam cumpridas as decisões judiciais em relação aos salários e à provisão de gás a Israel, além do julgamento dos políticos corruptos.
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