Quarta-feira, 20 de maio de 2026
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Os dois jornalistas alemães que foram presos no Irã em outubro de 2010, foram libertados após cinco meses de prisão, anunciou neste sábado a agência oficial de notícias Irna.

Os dois foram presos em 10 de outubro quando tentavam entrevistar o filho de Sakineh Mohammadi Ashtiani, a mulher acusada de adultério que corre o risco de ser apedrejada, e foram acusados de espionagem. Meses depois e após pressões da Alemanha, os dois jornalistas foram considerados culpados apenas por burlar as leis de entrada no país, já que ingressaram com visto de turista e não como jornalistas.

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Segundo a agência, o comunicado foi feito pelas autoridades iranianas ao ministro de Relações Exteriores alemão, Guido Westerwelle, que chega esta noite à capital iraniana para encerrar o assunto e analisar com as autoridades as relações bilaterais e a situação regional.

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Horas antes, a agência de notícias estudantil Isna havia revelado que os dois foram condenados a 20 meses de prisão, pena que foi trocada por uma multa de 36 mil euros.

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“Uma vez reunido o tribunal, os dois acusados foram condenados a 20 meses de prisão por um delito contra a segurança do estado. No entanto, esta pena foi substituída para os dois acusados por uma multa de 36 mil euros”, explicou.

Os jornalistas, identificados como Marcus Hellwig e Jens Koch, ambos do jornal alemão Bild am Sonntag, estão em Tabriz, na companhia de um funcionário consular alemão. “Esperamos que cheguem à embaixada alemã em Teerã neste sábado”, precisou um porta-voz ministerial em Berlim.

Durante o período em que permaneceram na prisão, o Ministério de Relações Exteriores alemão teve que exercer pressões para que Teerã permitisse que dois familiares, a mãe do fotógrafo e a irmã do repórter, pudessem visitá-los no Natal.

A visita aconteceu depois que o regime iraniano deu esperanças de uma pronta libertação dos dois jornalistas.

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Irã liberta os dois jornalistas alemães presos no país desde outubro

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