Domingo, 10 de maio de 2026
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O ministro de Inteligência do Irã, Heidar Moslehi, afirmou neste sábado (2/9) que foram presos suspeitos de espionagem nuclear no país. Molehi não disse quantos suspeitos foram detidos. As autoridades iranianas alegaram ao longo desta semana que o sistema de informática do programa nuclear foi alvo de um vírus, mas um esforço concentrado impediu a contaminação do sistema.

As informações são da rede estatal de televisão do Irã, a PressTV. “Estamos sempre atentos para suspeitas de atividades destrutivas promovidas por esses serviços [de espionagem]. Prendemos um um número de espiões nucleares que tentavam bloquear de forma destrutiva os movimentos em curso”, disse o ministro.

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Em entrevista coletiva, Molehi disse que os suspeitos usavam a internet para difundir o vírus e prejudicar as atividades nucleares desenvolvidas no Irã. Segundo o ministro, o aparato de inteligência do governo iraniano tem um “expertise global” capaz de manter o controle sobre as atividades ligadas à informática, filtrando eventuais invasões que possam causar “danos” ao programa nuclear.

O programa nuclear do Irã é alvo de suspeitas que geraram sanções da comunidade internacional. Desde junho, o Irã está submetido a uma série de restrições de ordem econômica, comercial e militar com o apoio do Conselho de Segurança das Nações Unidas, além de medidas unilaterais adotadas pelos Estados Unidos, pelo Canadá, pela Austrália, pelo Japão, além da União Europeia.

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Para a comunidade internacional, o programa nuclear iraniano esconde a produção de armas atômicas. Porém, as autoridades do Irã negam a suspeita, afirmando que o programa tem fins pacíficos. No entanto a Aiea (Agência Internacional de Energia Atômica) informa que tem dificuldades de acesso ao Irã por resistências das autoridades às fiscalizações de seus inspetores.

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Irã informa que prendeu suspeitos de espionagem nuclear no país

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