Intelectuais israelenses criticam vigilância sobre partidos e organizações de direitos humanos
Intelectuais israelenses criticam vigilância sobre partidos e organizações de direitos humanos
Cerca de 30 professores universitários, escritores e artistas israelenses enviaram uma carta ao congresso do país criticando a aprovação de um plano para a formação de um comitê parlamentar para vigiar partidos políticos e organizações não governamentais de direitos humanos que questionem a conduta do exército na repressão aos palestinos.
O plano foi aprovado semana passada com votos do Likud (partido do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu) e de parlamentares ultranacionalistas. Segundo o governo israelense, a publicação de informações sobre violações de direitos humanos nos territórios palestinos ocupados por Israel, “estão ajudando os inimigos do país”.
Para os intelectuais israelenses que assinam a carta, a medida é “fascista” e atenta contra a democracia em Israel.
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