Terça-feira, 5 de maio de 2026
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O secretário-geral da OEA (Organização dos Estados Americanos), José Miguel Insulza, respaldou hoje a realização de conversações de paz entre o novo governo colombiano e os guerrilheiros das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), ao mesmo tempo em que pediu aos países da região colaboração a este diálogo.

“O tema das Farc finalmente tem uma solução política e espero que haja um acordo como o que se chegou com as Autodefesas Unidas” da Colômbia (AUC, extrema-direita) durante o governo de Álvaro Uribe, que deixou ontem o poder após oito anos no comando, disse Insulza.

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O sucessor de Uribe, Juan Manuel Santos, assumiu o Exeucutivo manifestando sua intenção de dialogar com os guerrilheiros, desde que estes deponham as armas.

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Por sua parte, na semana passada, o líder das FARC, Alfonso Cano, disse em um vídeo estar disposto a negociar com a administração de Santos.

Para a OEA, as Farc deixaram de ser uma organização com fins políticos, devido as suas relações com o narcotráfico e, segundo Insulza, a ação da guerrilha realiza-se na “imensidão” da selva amazônica, e se expandindo por cinco países.

Nos últimos meses de sua gestão, Uribe acusou o vizinho Hugo Chávez de abrigar em território venezuelano líderes da guerrilha, o que desencadeou uma nova crise e levou ao rompimento dos vínculos entre Caracas e Bogotá.

“Os países” da região devem “colaborar” na busca de uma solução política ao conflito colombiano, afirmou Insulza ao jornal El Universo, do Equador.

Mais cedo, Chávez, por sua vez, pediu aos guerrilheiros colombianos – o que inclui as Farc e também o ELN (Exército de Libertação Nacional) – que busquem o caminho da paz e libertem todos os reféns que mantêm em cativeiro.

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Insulza expressa apoio a possível diálogo entre a Colômbia e as Farc‏

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