Sábado, 16 de maio de 2026
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Os indígenas ainda são os mais afetados pela pobreza, baixo nível educacional e maior incidência de doenças, revela um estudo do Banco Mundial, em parceria com o Fundo para o Desenvolvimento Sustentável Social e do Meio Ambiente.

Segundo a pesquisa, os indígenas são mais discriminados do que outros grupos.

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Pobreza



O estudo dá uma visão geral de uma série de indicadores referentes a esses povos e mostra como as condições sociais dos indígenas evoluíram entre 2005 e 2010 na República Centro-Africana, China, Congo, Gabão, Índia, Laos e Vietnã.

Mais lidas

A pesquisa abrange a primeira metade da Segunda Década Internacional das Populações Indígenas do Mundo.

O relatório tem como objetivo documentar a situação de pobreza dos povos indígenas que vivem fora do continente americano, da Nova Zelândia e da Austrália.

Colonização

Numa entrevista à Rádio ONU, Marcos Terena, membro da Cátedra Indígena Internacional, disse que a pobreza entre os indígenas “nunca existiu”. Para ele, a situação piorou com a “chegada do colonizador”.

“A pobreza para os povos indígenas nunca existiu. Ela começa a aparecer no no momento em que o colonizador leva em conta o potencial energético, o potencial comercial de cada região indígena. Nós queremos mostrar que é possível construir aquilo que a modernidade chama de mundo melhor, através de um compromisso com o futuro, onde os recursos financeiros não sejam a base da moeda da vida, mas seja a base também de um tipo de mundo que queremos deixar para as novas gerações.”

Mas alguns países têm feito progressos para melhorar as condições de vida dessas populações. O estudo aponta que as taxas de pobreza diminuíram de forma expressiva entre os indígenas na Ásia.

O Banco Mundial e especialistas de várias instituições se reúnem nesta segunda-feira em Washington para debater o assunto.

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Indígenas são os mais pobres do mundo, diz Banco Mundial

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