Índia e China decidem aumentar comércio bilateral até 2015
Índia e China decidem aumentar comércio bilateral até 2015
Índia e China estabeleceram a meta bilateral de atingir os 100 bilhões de dólares nos intercâmbios comerciais entre ambos até 2015, tal como indica a declaração conjunta emitida após a reunião entre os primeiros-ministros dos dois países em Délhi.
O premiê chinês Wen Jiabao e o indiano Manmohan Singh expressaram satisfação com o aumento registrado no comércio e nos investimentos bilaterais. Eles concordaram em “seguir expandindo e equilibrando a cooperação econômica e comercial”.
Leia mais:
Angola e China defendem aumento de relações econômicas bilaterais
África se firma como prioridade nas relações comerciais do Brasil
Palestina quer negociação rápida para TLC com Mercosul, diz ministro
Amorim intensifica negociações sobre Mercosul incluindo participação cidadã e acordo com UE
Argélia e Irã negociam fazer parte da Rodada São Paulo
A menção ao “equilíbrio” nos intercâmbios comerciais se refere à preocupação da Índia com o déficit registrado deste país nos últimos anos.
Nos primeiros dez meses do ano, segundo números oficiais indianos, a Índia fez exportações à China no valor de 17 bilhões de dólares e importações de pouco mais de 32,8 bilhões de dólares.
A previsão oficial é de que o comércio total fique em 60 bilhões de dólares ao fim deste ano.
“As partes convieram em adotar medidas para promover maiores exportações indianas à China, com a vista posta em reduzir o déficit comercial da Índia”, diz a declaração conjunta.
Singh e Wen assinaram nesta quinta-feira uma série de acordos, entre eles um de cooperação em energias renováveis e dois de intercâmbios culturais e midiáticos, além de um memorando de entendimento entre o Banco de Reserva da Índia (banco central) e a Comissão de Regulação Bancária da China.
Ambos também acordaram permitir a abertura de bancos de um país no outro, com “modalidades que serão determinadas pelas autoridades pertinentes”.
Para facilitar seu novo objetivo de comércio, os primeiros-ministros decidiram abrir um Diálogo Econômico Estratégico e constituíram um fórum bilateral de empresários que fará “recomendações para a expansão da cooperação comercial e dos investimentos”.
Siga o Opera Mundi no Twitter
Conheça nossa página no Facebook
NULL
NULL
NULL























