Sábado, 13 de junho de 2026
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O estado norte-americano de Idaho somou-se à campanha antissindical com um projeto que limita o poder de negociação dos professores. Nesta quarta-feira (09/03), a Câmara de Representante estadual sancionou a proposta por 48 votos a favor e 22 contra que priva os 12 mil educadores de articularem-se coletivamente por meio de sindicatos.

Além disso, o projeto limita a duração dos contratos trabalhistas a um ano e ignora o tempo de trabalho como um fator para determinar a ordem das demissões.

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Em resposta a aprovação do projeto, sindicalistas foram às ruas para protestar contra as restrições antes que o governador Butch Otter promulgue a lei.

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O projeto foi impulsionado por outros estados controlados pelos republicanos desde que Wisconsin, Indiana e Ohio iniciaram a batalha pelos direitos trabalhistas.

Os republicanos justificam as medidas com o argumento de reduzir o déficit fiscal, mas seus críticos afirmam que o verdadeiro objetivo é quebrar o poder dos sindicatos, historicamente aliados aos democratas.

O movimento trabalhista nos Estados Unidos é composto em grande parte por empregados do setor público: mais de um terço deles pertencem a sindicatos, contra somente 6,9 % dos trabalhadores do setor privado. E os sindicatos são a maior fonte de recursos do Partido Democrata.



*Com Prensa Latina

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Idaho aprova projeto de lei que reduz direitos sindicais

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