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O Exército de Honduras saiu hoje (9/9) às ruas para reforçar a Polícia Nacional depois do massacre de 17 trabalhadores de uma sapataria cometido na terça-feira (7/9) no norte do país.
Os militares participarão de patrulhas, blitz, registros e outras operações conjuntas “de prevenção” com os policiais, indicou à imprensa o ministro de Segurança hondurenho, Oscar Álvarez.

Ele explicou que a medida foi adotada ontem à noite pelo presidente Porfirio Lobo em reunião com as autoridades dos ministérios de Segurança e Defesa e os altos comandantes policiais e militares por causa do massacre cometido supostamente por gangues em uma sapataria de San Pedro Sula (norte). 

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Efe (07/09/2010)



Familiares de trabalhadores mortos se desperam ao chegar à fábrica de sapatos em San Pedro de Sula

Lobo “deu ordens precisas” para trabalho em conjunto “com as Forças Armadas, especificamente com o Exército”, porque “o crime continua afetando os hondurenhos”, acrescentou Álvarez.

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As operações conjuntas serão realizadas principalmente em Tegucigalpa, San Pedro Sula e outras áreas de altos índices de crime, apontou o funcionário.

Investigação

Até agora, as autoridades não detiveram ninguém relacionado a este massacre, atribuído à atividade das gangues, possivelmente vinculada às disputas por territórios ou venda de drogas.

“Temos dois retratos falados dados por pessoas que passavam perto do local quando o crime aconteceu. Colhemos a informação de que eram três assassinos”, disse Álvarez. 

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“Pedimos ás pessoas que nos ajudem com a localização desses criminosos. Sabemos as zonas onde eles vivem, mas por razões operacionais das 'maras', eles abadonaram suas residências e estão escondidos enquanto o caso está quente; mas somente diminuiremos a pressão quando forem presos” completou o ministro.

As maras centro-americanas – grupos criminosos organizados – foram formadas nos Estados Unidos por imigrantes que levaram a seus países de origem práticas criminosas. Calcula-se que existam mais de 50 membros de gangues em Honduras.

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Honduras coloca exército nas ruas após massacre em fábrica de sapatos

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