Domingo, 10 de maio de 2026
APOIE
Menu

O grupo xiita libanês Hisbolá criticou nesta quarta-feira (29/9) os países árabes por manterem silêncio a respeito da retomada das construções nos assentamentos israelenses em território palestino e acusou seus dirigentes de estarem aliados aos Estados Unidos.

“Apesar da retomada das violações da terra sagrada da Palestina, os árabes permanecem em silêncio perante esses crimes pela miragem das negociações e pelo abandono da opção da resistência, a única forma de frear as ambições dos sionistas e libertar a terra violada pelos colonos”, diz um comunicado do grupo.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Leia mais:

Forças israelenses interceptam embarcação humanitária que se aproximava da Faixa de Gaza, diz jornal israelense

Abbas ameaça abandonar negociação de paz por conta de construções israelenses

Após fim do prazo de suspensão, colonos judeus reiniciam construção na Cisjordânia ocupada

Israelenses e palestinos “estão seguindo em frente” nas negociações, diz Hillary Clinton

Fotos de nudez abalam comunidade de judeus ortodoxos em Israel 



Além disso, a nota acusa os líderes árabes de serem “parceiros desse crime contínuo e persistente” e lembra que “a política americana responde aos esquemas do sionismo e apoia o confisco das terras palestinas”.

O grupo islâmico ressaltou ainda que Israel “viola as leis e normas internacionais, confisca os direitos dos palestinos em sua própria terra e é a origem de futuras consequências graves”.

Mais lidas

No último dia 26, foi encerrada a suspensão parcial às construções decretada dez meses atrás pelo primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que tinha como objetivo favorecer o início das negociações diretas de paz, iniciadas dia 2 de setembro nos EUA.

O presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Mahmoud Abbas, embora tenha feito ameaças de se retirar da mesa de negociações caso a suspensão não seja prorrogada, adiou sua decisão final para o dia 4 de outubro, quando acontece uma reunião da Liga Árabe.

Siga o Opera Mundi no Twitter  

Hisbolá critica silêncio de países árabes diante da retomada da construção de assentamentos israelenses

NULL

NULL

NULL