Quinta-feira, 21 de maio de 2026
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Durante uma audiência no Comitê de Relações Exteriores do Senado norte-americano nesta quinta-feira (02/03), a secretária de Estado, Hillary Clinton, questionou o sistema democrático de Cuba, Venezuela e Nicarágua, dizendo que os três países vão “contra a corrente de democracia e crescimento econômico” na América Latina. Além disso, ela exaltou que, “graças à política dos Estados Unidos na região”, o Brasil está “no auge” e representa “um exemplo de êxito.”

Para Hillary, a região como um todo vem desfrutando de uma etapa de democracias estáveis e crescimento, menos em Cuba, Venezuela e Nicarágua. De acordo com o governo nicaraguense, o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em 2010 foi de 4,5%. Já a Venezuela cresceu 0,6% no quarto trimestre na comparação com igual período do ano anterior, mas encolheu pelo segundo ano consecutivo em 2010, a uma taxa de 1,4%. E segundo a CEPAL (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe), Cuba registrou em 2010 crescimento de 1,9%.

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Por outro lado, a secretária de Estado elogiou os tratados de livre-comércio estabelecidos com Colômbia e Panamá, este último ainda pendente de aprovação no Congresso norte-americano.

De acordo com Hillary, o apoio político à Colômbia, país com o qual Washington tem desenvolvido uma “aliança exitosa” na luta antidrogas e contra as guerrilhas, e o respaldo aos dois pactos comerciais “são provas tangíveis de que os EUA estão verdadeiramente implicados com nossos amigos na região.”

A chefe da diplomacia norte-americana destacou em particular que, “graças à política que os EUA mantêm na região, o Brasil está no auge e é um exemplo de êxito”. As autoridades brasileiras “investiram na inclusão social, para melhorar seus sistemas de educação e saúde”, disse Hillary.

Outros países como o Chile “tiveram de forma similar uma boa liderança e bons investimentos”, e o tratado comercial firmado com os EUA “outorga uma base econômica de estabilidade que permite que a democracia floreça.”

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Hillary questiona democracia e economia de Cuba, Venezuela e Nicarágua

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