Sexta-feira, 15 de maio de 2026
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(atualizada às 17h57)

A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, condenou o vazamento de documentos do website WikiLeaks, que divulgou despachos sigilosos trocados entre o Departamento de Estado e embaixadas norte-americanas pelo mundo.

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Hillary deu uma entrevista coletiva em Washington nesta segunda-feira (29/11) para ler uma declaração sobre o vazamento dos documentos. Para a secretária, a divulgação foi “não só um ataque à diplomacia dos Estados Unidos, mas à comunidade internacional”. Segundo ela, o WikiLeaks pretende atacar “alianças e negociações em busca da paz e da segurança mundial que estão andamento em nível internacional”.

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Já o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, disse que “roubar e disseminar informação” é crime. Também em entrevista coletiva, ele disse que o presidente Barack Obama “não está contente” com a publicação.

No domingo, cerca de 250 mil documentos diplomáticos dos EUA foram publicados pelo site. As mensagens trocadas entre as embaixadas revelam, entre outras questões, como o Departamento de Estado ordenou que se espionasse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e as dúvidas que outros líderes internacionais despertam no governo norte-americano.

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Hillary diz que vazamento de WikiLeaks é ataque aos EUA e à comunidade internacional

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