Domingo, 10 de maio de 2026
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As Brigadas Al Qassam, braço armado do movimento de resistência palestina Hamas, afirmaram nesta segunda-feira (09/10) que quatro reféns israelenses morreram durante os recentes bombardeiros lançados por Tel Aviv à Faixa de Gaza, nos dois últimos dias.

Segundo Ay Ubaida, porta-voz das Brigadas, “os ataques realizados durante a noite levaram à morte de quatro prisioneiros inimigos e ao martírio daqueles que os mantinham em cativeiro”.

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Os quatro reféns mortos são parte de um grupo de mais de cem pessoas que foram raptadas durante a ofensiva sem precedentes realizada pelo Hamas no último sábado (07/10).

O objetivo do grupo de resistência palestina com os sequestros é o de utilizar os reféns para trocá-los por militantes do seu movimento que se encontram presos em Israel.

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Segundo porta-voz das Brigadas Al Qasam, braço armado do grupo de resistência palestino, as bombas lançadas por Israel 'mataram os prisioneiros e feriram alguns dos soldados que os mantinham em cativeiro’

PalestinaLibre.org

Hamas pretende trocar reféns israelenses com prisioneiros palestinos que se encontram presos pelo regime de Tel Aviv

No entanto, o governo israelense, ao menos até o momento descartou qualquer possibilidade de negociar com o Hamas, dando a entender que a ofensiva lançada a partir da declaração de guerra feita no mesmo sábado pelo premiê Benjamin Netanyahu também tem como missão a tentativa de libertar esses prisioneiros.

Essa postura do governo de Tel Aviv foi confirmada pelo ministro da Defesa Yoav Gallant, o mesmo que justificou o bloqueio total do fornecimento de água, energia e alimentos à Faixa de Gaza com uma declaração racista, comparando os palestinos com animais.

“Nós estamos combatendo contra animais humanos e estamos agindo em conformidade com esse contexto”, afirmou Gallant.