Segunda-feira, 18 de maio de 2026
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A Comissão Permanente de Mobilização da Família Lavalás, formação política do ex-presidente haitiano Jean Bertrand Aristide aprensetará nesta quarta-feira (26/01) uma denúncia contra o governo norte-americano, acusando-o de arquitetar uma manobra para impedir o regresso de Aristide  ao Haiti.

Representantes da Comissão organizaram uma vigília em frente aos escritórios da embaixada dos EUA  para solicitar a Washington que facilite a volta de Aristide, de acordo com o jornal digital Haiti Livre.

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Segundo Família Lavalás, a Casa Branca deve interceder agora, da mesma maneira que fez quando se aliou à França e ao Canadá para incentivar o golpe de estado contra Aristide, em fevereiro de 2004.


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“É natural que os Estados Unidos se envolvam em seu regresso, pois são os primeiros responsáveis de sua remoção como Chefe de Estado”, afirmou Ansyto Felix, porta-voz da Comissão.

Os partidários do dirigente deposto aproveitam a ocasião para recordar que a Constituição haitiana desconhece o exílio. Além disso, criticam a postura da administração nacional ao permitir a volta pacífica a Porto Príncipe do ex-ditador Jean Claude Duvalier, depois de 25 anos de ausência.

Duvalier chegou a capital no dia 16 de janeiro, quando deveria ser realizado o segundo turno das eleições presidenciais neste empobrecido país. Depois de seu regresso, interpuseram-se várias denúncias contra ele por atos de corrupção, desvio de fundos e crimes de lesa humanidade durante seu mandato, que se estendeu desde 1971 até 1986.

Em declarações à imprensa, o ex-ditador limitou-se a afirmar que quer ajudar o Haiti e se desculpou com as vítimas de seu governo.

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