Segunda-feira, 11 de maio de 2026
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O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, voltou a repetir acusações que o Kremlin faz desde fevereiro, quando iniciou a guerra no país vizinho. A declaração foi dada à agência Tass nesta terça-feira (27/12).

Segundo o ministro, o Ocidente quer a “total repressão” dos russos e isso “provoca riscos de um confronto armado direto entre potências nucleares”.

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Além disso, pontuou que Washington tem um plano de fazer “um ataque destrutivo para decapitar o governo” russo, ou seja, “uma ameaça de tentativa de homicídio contra o presidente russo”, Vladimir Putin. 

Lavrov ressaltou que essas informações foram repassadas por “funcionários anônimos do Pentágono”. O russo acusou EUA e União Europeia de não quererem a paz e afirmou que os norte-americanos estão “fazendo de tudo para tornar o conflito mais violento” ao fornecer armas para os ucranianos.  

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Sergei Lavrov acusou EUA e União Europeia de não quererem a paz, e que os norte-americanos estão 'fazendo de tudo para tornar o conflito mais violento'

UN Photo / Emmanuel Hungrecker

Segundo o ministro, o Ocidente quer a ‘total repressão’ dos russos

Já sobre os europeus, Lavrov disse que a Rússia não tem mais nenhuma intenção de fazer “projetos comuns” com a UE.

Conflito Rússia x Ucrânia

Durante a entrevista, o chanceler disse que Kiev precisa “desmilitarizar” as áreas ocupadas pelas tropas russas no território ucraniano.

“O inimigo está bem consciente das nossas propostas sobre a desmilitarização e a desnazificação dos territórios controlados pelo regime de Kiev, a eliminação das ameaças à segurança da Rússia e que inclui nossos novos territórios – Lugansk, Donetsk, Kherson e Zaporizhzhia. Não há muito o que fazer: aceitar essas propostas ou o Exército russo vai resolver essa questão”, afirmou o chanceler.

A proposta russa já foi amplamente rejeitada por Kiev e aliados, que exigem que os russos deixem as áreas invadidas e retirem suas tropas do território antes de se sentar à mesa de negociação.

(*) Com Ansa.