Quarta-feira, 13 de maio de 2026
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Imitando o grupo de mineiros resgatado do fundo de uma mina no norte do Chile, 33 mulheres invadiram nesta terça-feira (16/11) uma mina de carvão abandonada para exigir que seus empregos de emergência sejam restituídos.

As mulheres, que se passaram por turistas, estão alojadas na mina de Chiflón del Diablo, localizada na região de Lota, a cerca de 500 quilômetros da capital Santiago. O protesto ocorre um mês depois que 33 mineiros foram resgatados depois de 70 dias soterrados em outra mina no norte do país.

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O grupo foi contratado pelo governo para trabalhos de limpeza e despejo dos escombros deixados pelo terremoto de fevereiro. “O que ganhamos é pouco, 138 mil pesos (cerca de US$ 287), mas precisamos disso”, afirmou Angela Mellado de dentro da mina.

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“Se não tivermos nenhuma resposta, começaremos uma greve de fome”, ameaçou Cecilia Bustos. “Queremos apenas recuperar um trabalho digno. É a única coisa que reivindicamos”, disse Leslie Ramos, uma das manifestantes.

Na tentativa de buscar um acordo com as manifestantes, foram nomeados representantes da Igreja Católica da região de Concepción e da prefeitura de Bío-Bío. As duas áreas foram as que mais sofreram com o terremoto. A previsão é que hoje (17/11) ocorra uma reunião entre as autoridades e as manifestantes.

O terremoto que atingiu o país em fevereiro foi um dos mais graves da história do Chile ao alcançar 8,8 graus de magnitude e matar mais de 500 pessoas. Estradas, prédios públicos e privados foram destruídos.

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Grupo de 33 trabalhadoras ocupa mina de carvão no Chile em protesto contra perda de emprego

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