Governo chileno volta a pedir julgamento de militares pelo assassinato de Victor Jara
Governo chileno volta a pedir julgamento de militares pelo assassinato de Victor Jara
O governo do Chile voltou a pedir, por meio do Programa de Direitos Humanos do Ministério do Interior, o julgamento de quatro militares – atualmente aposentados – acusados de participar do assassinato do cantor chileno Victor Jara, durante o golpe de 1973. A informação é do jornal local La Tercera.
Em dezembro do ano passado a solicitação já havia sido feita, mas a justiça se negou a aceitar o pedido. Agora, a instituição apresentará uma nova solicitação quando acabarem as diligências que estão sendo feitas sobre os militares Hugo Sanchez, Edwin Dimter, Raul Jofre e do ex-promotor de Justiça Militar, Rolando Melo, explicou a diretora do Programa de Direitos Humanos, Rossy Lama ao jornal chileno.
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Jara, que inicou sua carreira como diretor de teatro, foi um cantor dos cantores mais importantes do movimento da Nueva Canción Chilena, que gerou uma revolução na música popular de seu país durante o governo de Salvador Allende (1970-1973).
Logo após o golpe militar de 11 de setembro de 1973, quando o general Augusto Pinochet tomou o poder, Jara foi preso, torturado e fuzilado. Seu corpo foi abandonado na rua de uma favela de Santiago.
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