Sábado, 16 de maio de 2026
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Um adolescente de 14 anos admitiu ter sido o diretor pelo maior incêndio da história de Israel, que durou quatro dias e matou 41 pessoas, informou a polícia israelense nesta segunda-feira (6/12).

O adolescente reconheceu que acendeu a brasa que incendiou o parque nacional de Monte Carmelo, onde se originou o acidente. Ele contou que estava fumando um cachimbo no local e, que apesar de perceber que as chamas se espalhavam, correu em direção ao colégio sem avisar ninguém da gravidade da situação. O garoto é estudante, mora na região e sua identidade não foi revelada.

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Após o depoimento do adolescente, as autoridades israelenses libertaram dois jovens que permaneciam presos após suspeitas de terem sido os autores da catástrofe.

O incêndio se iniciou na última quinta-feira e ainda na manhã desta segunda-feira, o Corpo de Bombeiros e as unidades militares trabalhavam para conter os focos das chamas. Além de causar 41 mortes, mais de 17 mil pessoas foram forçadas a deixar suas casas.

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O fogo atingiu 5 mil hectares da área do parque, com 5 milhões de árvores, de acordo com dados do Fundo Nacional Judaico. Diversos países da Europa enviaram ajuda aérea e equipes técnicas para participar dos trabalhos de contenção do fogo. O governo israelense reconheceu que não teria sido capaz de controlar a catástrofe sozinho.



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Garoto de 14 anos admite ter provocado incêndio florestal em Israel

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