Terça-feira, 12 de maio de 2026
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Em agosto de 2009, em meio ao cenário de crise institucional instalado
após o golpe de Estado que derrubou o presidente Manuel Zelaya, o
Congresso Nacional de Honduras aprovou a Lei Geral de Águas, que prevê a
possibilidade de conceder a terceiros os recursos hídricos do país. 

Leia a reportagem especial:

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Honduras: movimentos sociais se mobilizam após governo privatizar recursos naturais

E este ano, o Congresso Nacional de Honduras promoveu contratos de produção de energia
renovável sem licitação, o que provocou o rechaço de povos indígenas e afrocaribenhos e de
várias organizações sociais. Segundo eles, a concessão de rios e também o
processo de licitação para contratação de energia renovável devem gerar
ganhos milionários para poucos grupos de empresários – que já controlam
a produção de energia térmica – e mais pobreza para as populações
locais.

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Galeria de imagens: hondurenhos protestam contra privatização da água e da energia

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