Quarta-feira, 6 de maio de 2026
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A justiça da Suécia expediu dois mandados de prisão, um deles por estupro, contra Julian Assange, fundador do site Wikileaks, que ganhou fama mundial pela publicação de documentos secretos do Exército americano sobre a Guerra do Afeganistão, informou neste sábado (21/8) o jornal sueco Aftonbladet.

Maria Häljebo, promotora interina de Estocolmo, confirmou ao jornal que na noite de sexta-feira (20/8) a Polícia tentou deter Assange, mas ele estava desaparecido.

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Assange estava na Suécia nos últimos dias participando de palestras depois de o Partido Pirata (movimento contra direitos autorais) local aceitar acolher vários funcionários do Wikileaks diante da perseguição sofrida nos Estados Unidos.

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O jornal explica que as denúncias procedem de duas mulheres, de 20 e 30 anos. A primeira denúncia seria por estupro e a segunda por agressão.

Uma das mulheres denunciou Assange após ficar com ele em um apartamento em Estocolmo, na semana passada, segundo a imprensa. A outra mulher o acusou depois de se reunir com ele na terça-feira passada (17/8) na cidade sueca de Enköping.

Segundo a promotora, as duas mulheres enfatizaram a violência utilizada por Assange.”Tinham medo e não querem que sua identidade seja conhecida”, afirma Häljebvo.

Enquanto a Polícia sueca procura Assange, várias denúncias começavam a surgir hoje na internet por uma presumível conspiração contra Assange, quem, desde a publicação dos documentos secretos do Exército americano, começou a se proteger com um guarda-costas.

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Fundador do Wikileaks é acusado de estupro na Suécia

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