Quarta-feira, 6 de maio de 2026
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Há 20 anos, o senador Carlos Baráibar, da Frente Ampla Uruguaia, tornou-se um dos fundadores do Foro de São Paulo juntamente com o agora presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outros líderes trabalhadores e políticos da América Latina. Baráibar, que também é um dos membros da Comissão de Relações Internacionais do Parlamento uruguaio, está em Buenos Aires participando da 16ª reunião da entidade.

Para ele, o foro, em seus 20 anos de existência, já mostrou resultados concretos. Ele destacou que, há 30 anos, a América Latina estava cercada de ditaduras militares sangrentas. “Oitenta por cento dos países latino-americanos eram ditaduras. Há 20 anos, era a vez do neoliberalismo instalar-se no continente. Hoje, vivemos aqui uma era progressista. Estamos avançando sobre o neoliberalismo e fazemos isso dentro da democracia, produzindo um modelo econômico que substitua aquele implantado pelo neoliberalismo.”

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Carlos Baráibar aponta que alguns aspectos do modelo neoliberal não são nem de direita nem de esquerda. É o caso, por exemplo, do controle da inflação, das moedas nacionais e das contas fiscais. “Estamos aplicando este modelo no Uruguai porque entendemos que qualquer governo – seja de esquerda ou de direita – tem de ter uma economia ordenada se deseja progredir e conseguir o objetivo de gerar empregos, que é a melhor forma de assistência social. Gerar empregos e, também, oferecer toda a cobertura necessária aos cidadãos.”

O senador uruguaio afirmou que o modelo progressista está sendo implantado nos países que formam o Mercosul – Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai -, podendo ser estendido a todos os países da América Latina. “Estamos desenvolvendo este modelo autônomo numa situação de crise mundial. Aqueles que nos diziam o que devíamos fazer não tiveram disciplina fiscal, gastaram mais do que podiam, envelheceram suas moedas e a nossa área do continente, que havia sido a 'menina má' do mundo ocidental, aplicou o modelo de governo progressista e um processo transformador que fez com que a crise na América Latina quase não fosse sentida”.

Segundo Baráibar, o resultado do modelo progressista em países como o Brasil, a Argentina, o Uruguai e o Peru está possibilitando a redução da pobreza e gerando uma economia forte, que é o fundamento para o bem-estar dos povos, com democracia e liberdade. “Acredito que não há nenhum modelo, por mais socialista que seja, que prescinda da liberdade. A liberdade e a democracia são componentes insubstituíveis dos modelos econômicos que, hoje, a esquerda está impulsionando na América Latina”.

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Fundador do Foro de São Paulo diz que não há modelo econômico sem democracia e liberdade

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